1- Todos sabemos que o precatório, além da falta de interesse do gestor municipal em ratear os valores entre os profissionais da educação, inexplicavelmente, houve resistência por parte da presidência do SINDSS, hoje, candidata a reeleição pela chapa 2, que não atendeu aos anseios dos professores, inclusive se negando à representar a categoria na justiça. Desta forma, não tendo outra opção, os professores ingressaram com ação através de advogados particulares, conseguindo o bloqueio dos 60% que entendem serem devidos ao magistério. No entanto, após vários recursos do município, o tribunal entendeu que os professores de forma particular, não poderiam pedir o direito de todos, mas sim, o sindicato deveria fazê-lo, por isso, desbloqueou o dinheiro.
2- Somado a isto, percebe-se que a atual gestão sindical não reivindica direitos que entendemos serem dos servidores, como no caso do quinquênio, visto que a administração municipal deixou de conceder tal gratificação, no entanto, o sindicato nada faz, nada cobra.
3- Outro bom exemplo é o caso da sobra de fim de ano. Notou que jamais houve sobra? Por que antes tinha sobra e agora não tem mais?
4- Por que os professores tem 45 dias de férias, mas só recebem 30?
5- Por que a data base não é respeitada e não há cobrança para que seja? Notou que estamos em novembro de 2019 e ainda não houve reajuste salarial dos servidores, nem cobrança do sindicato para que houvesse?
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Jaelson Tenório | Advogado
(São Sebastião-Al) |
6- Por que o município recebe os repasses com reajuste desde janeiro, mas, quando cobrado, não retroage?
7- Por que os servidores não estão enquadrados corretamente de acordo com a progressão contida no PCC, ou seja, estão na letra errada e não há cobrança por parte do sindicato para que o município corrija?
8- Por que a atual gestão do sindicato não cobra o 14º salário dos agentes de endemias e de saúde?
Por essas razões, sendo solidário aos servidores municipais, diante da total omissão por parte da atual gestão sindical, apoio a CHAPA 1.